domingo, 22 de janeiro de 2012

Animação de leitura com sombras chinesas

Fábulas em sombras chinesas.
Título ou designação: Fábulas em sombras chinesas
Público-alvo: Crianças do Ensino Pré-escolar ou do 1.º Ciclo
Objectivos:
- Promover (o gosto pel)a leitura,
- Estimular os sentidos,
- Sensibilizar para as artes visuais,
- Conhecer o conceito de «fábula» e o seu papel na formação pessoal e social;
- Promover a reflexão sobre a resolução de problemas sem violência; sobre a ponderação, a inteligência e a entre-ajuda,
- Enriquecer o vocabulário.
Materiais necessários:
- 1 livro de uma fábula (p. ex. «Chibos Sabichões», de Olalla González e Frederico Fernández).
- Cartolina preta,
- Tesoura,
- Lápis,
- Projector ou candeeiro,
- Postes/suportes e corda ou suporte de cabides (como os de bastidores ou lojas),
- Lençol branco de cambraia (tecido fino).
Duração: 45 minutos
Local / espaço: Biblioteca, sala de aulas, sala de teatro, …
Descrição das etapas e procedimentos:
- Esta atividade requer 2 animadores: um para manipular as figuras e outro para narrar a história.
- Desenhar, em cartolina preta, figuras do livro escolhido.
- Recortar essas figuras.
- Colar um arame ou pau fino às figuras recortadas, para as segurar.
- Montar os suportes para o lençol.
- Pendurar o lençol branco.
- Acender, atrás do lençol, um candeeiro ou projetor e fazer o foco incidir no centro da “tela”. Deixar uma zona escura em baixo, para os animadores da leitura ficarem escondidos.
- Convidar as crianças a sentarem-se “em plateia”.
- Indagar as crianças acerca da história da animação e do teatro.
- Contar que alguns estudiosos acreditam os bonecos animados foram inventados na China há dois mil anos e que o primeiro tipo de boneco utilizado para teatro “nasceu” também lá, há cerca de mil anos.
- Escurecer a sala.
- Encostar à “tela” as figuras recortadas, segurando-as pela ponta do arame ou pau, sem deixar a mão chegar à zona da tela branca; pretende-se que se veja, do lado da plateia, apenas as figuras e não as mãos do animador.
- Narrar a história com expressividade, mudando a voz conforme as personagens, abrandando e acelerando o ritmo conforme a intensidade das cenas; em simultâneo, manipular as figuras recortadas em coordenação com as cenas narradas.
- No fim da animação, iluminar a sala e sentar-se junto das crianças.
- Exibir o livro que inspirou a animação acabada de realizar, revendo excertos-chave e desafiando à reflexão.
- Indagar as crianças acerca da palavra fábula. Explicitar o significado de «fábula» e a usa intenção.
- Promover o debate acerca da mensagem/lição da fábula acabada de ouvir/ler.
Observações: Estudiosos da «Suggestopedia» crêem que o ambiente escuro suscita a reflexão e auxilia na aprendizagem. As fábulas são uma boa escolha para estes objetivos, pois contêm uma lição moral.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Promoção da leitura em família

Para os pais lerem com as crianças... sem receios nem complicações!



sábado, 17 de dezembro de 2011

GLOGSTER

Descobri, no âmbito da Pós-graduação em Gestão de Bibliotecas Escolares, do ISLA, uma aplicação em rede fantástica: o Glogster.  Serve para criar cartazes mas não uns quaisquer! São interactivos e multimédia e a palavra "glog" deriva disso mesmo: "grafic, blog", algo com interação à volta de produções gráficas com muito mais que imagens e textos. Quem visualiza também pode interagir com o seu conteúdo, fazendo tocar um som, visionando um vídeo, ... A possibilidade de trabalho colaborativo é útil no nosso contexto, o da educação. Também existe uma versão mais pedagógica: http://edu.glogster.com/.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Literacia da Informação

Apresentação acerca da necessidade de critérios e estratégias de navegação na Internet, como encontrar livros em bibliotecas, como organizar trabalhos de pesquisa e citar fontes de informação. E... sobre a importância da interiorização e da construção de conhecimento.

Gerir informação e ensinar a pensar... professores, bem-vindos ao séc. XXI!

É um facto que a informação é ubíqua, veloz, diversa e… muita! Também é um facto que a deriva existe e acontece muito na navegação informacional. Transmitir conhecimento a alunos não é método funcional, na escola atual. As interações professor-aluno, professor-professor, comunidade-escola pautam, hoje, a construção de conhecimento e esta, tal como professa a teoria construtivista, não é estática (nem estanque); está em permanente desenvolvimento e é fruto de uma complexa teia de relações entre o indivíduo e o meio. Neste contexto, surge o professor como um “content curator” - sistema (ou profissional) de gestão de conteúdos e de criação de metadados - e mediador de informação e comunicação, cargos já existentes há muito, sobretudo no meio empresarial, com uma mais-valia, a competência pedagógica. Defendo a criação de um serviço especializado nesta área, nas escolas. Panaceia ou ilusão: cada escola contar com, pelo menos, um especialista de ICP, chamemos-lhe assim: informação, comunicação e pedagogia? É necessário transmitir conhecimento? Certamente, algum, pelo menos: o conhecimento de busca e formas de pensar. Se apenas transmitimos conteúdos selecionados, quando e como é que os alunos vão saber pesquisar e pensar por si? Penso que as Bibliotecas Escolares/Centros de Recursos Educativos são um espaço privilegiado para desenvolver tais competências. É necessário ouvir os interlocutores, conhecer os meios onde o conhecimento se constrói, contribuir, com os alunos, para a sua atualização. Se os “digital natives” conhecem melhor os meandros onde se movimenta a informação, será que conseguem avaliá-la e selecioná-la e utilizá-la? a maneira rápida e espartilhada de raciocinar dos digital natives e fez-me recordar o que li algures sobre content curators: que não é a informação que é pouca; a atenção é que é breve. Se as pessoas se "perdem" no meio da informação e dedicam pouca atenção a muitos conteúdos, alguém as pode ajudar a concentrar-se, a manter o foco no que interessa. Além de indexar, agregar e comunicar informação, o professor do séc. XXI, em especial o professor bibliotecário, deve ensinar a pesquisar sim, mas mais que isso, eu penso que deve ensinar a pensar. Não é fácil; por certo, muitos de nós não foram ensinados assim; não têm o necessário treino. Mas é possível!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Homenagem a Fernando Pessoa na Biblioteca da Homem Cristo

Sessões de dicção de poemas e exposição de livros e de obras de arte de Pedro Tavares.




http://www.youtube.com/watch?v=pk-wphDN4nM

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Web Social e Ensino - opiniões pelo Voicethread

As visões dos meus colegas e a minha, abreviadas, acerca da Web Social e do Ensino em gravações feitas através do Voicethread:
http://voicethread.com/share/1798838/